sábado, 15 de outubro de 2011

O Começo para o Recomeço

Dia desses, vi uma chamada na TV que dizia: “Quando pensamos que a vida chegou ao fim, ela está apenas recomeçando...” E é assim que começarei a minha chamada para o resgate da autoestima, do amor e da vida!
Não existe vida sem problemas, sofrimentos ou tristezas... Talvez para nós, eternos descontentes e insatisfeitos, se ela fosse composta apenas de momentos suaves e tranquilos; exigiríamos dela ação e movimento, desafios e riscos. E é isso que ela, na sua complexidade, nos oferece diariamente. Nem todos estão preparados para enxergar a sua face dura e transpor as inúmeras barreiras que surgem. Cada um reage conforme a capacidade própria de enfrentar ou fugir dos problemas. Fuga, com certeza, não é uma boa opção!

sábado, 8 de outubro de 2011

Vida Abreviada

Esses dias, bem perto do trabalho do meu marido, uma mulher se jogou do alto de uma ponte e morreu... Conversando aqui em casa, tentávamos entender as razões que levam uma pessoa a interromper a sua passagem (que já é curta) nesta vida e continuamos com as muitas interrogações inundando os nossos pensamentos. Por mais que tenhamos nossas respostas e razões para nos mantermos firmes e resistentes na vida, há quem pense e aja de formas contrárias. Dizer que são fracas nos parece o melhor modo de defini-las, mas é preciso ter cautela nos julgamentos...

domingo, 2 de outubro de 2011

Escolhas e Decisões

Desde que nos levantamos, fazemos escolhas. Da roupa que iremos vestir ou o que comer no café da manhã, almoço jantar; até as prioridades de nossas ações... A cada instante fazemos escolhas e tomamos decisões! É como se estivéssemos numa estrada e a todo o momento surgissem bifurcações indicando os muitos caminhos a serem escolhidos.
Isso mostra que o poder da decisão e escolha está sempre conosco e não com os outros. Do mesmo modo, cabe a nós escolher como enfrentar a vida: com valentia e sabedoria ou com medo e displicência.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Errar é Humano; Persistir nos Erros, Não!

Tenho observado muitas pessoas andando de cabeça baixa e ombros caídos, com semblantes cansados e preocupados, em busca de uma luz no final do túnel... Percebo que boa parte delas carrega nos ombros o fardo dos erros cometidos e se culpam, lamentam, se condenam e se torturam...
Sabemos que errar faz parte e, particularmente, penso que na maioria das vezes os erros são tentativas de acertos, mas há diferentes formas de se lidar com eles.
Há uma grande diferença entre reconhecer um erro e conformar-se com ele!
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