segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Uma Festa Especial – Vida

Que floresçam os jardins da vida! Que os cantos dos pássaros ecoem suas melodias nos corações tristes. Que as luzes do Sol iluminem as mentes de pouca fé!
Nosso solo é fértil e só precisamos de amor e paciência como adubo. A grande maioria diz que viver é difícil, como se a vida fosse uma missão imposta, onde sobreviventes precisam manter suas feridas abertas para que lembrem suas batalhas e, assim, tornem-se heróis de suas histórias! Eu acredito que o difícil não seja o viver, mas o devastador abandono de si mesmo em vida. E aí, a nossa maior tarefa (e essa sim é árdua e cansativa) se torne o ressuscitar da alma e dos sentimentos...
Por muitas vezes caminhamos tateando na escuridão imposta por nossa própria cegueira. Em busca de quê? Nem nós mesmos sabemos e quando o lampejo surge, somos tomados pela amnésia que entorpece nossos sentidos.
Seguimos por um caminho desconhecido e quando encontramos um pouco daquilo que fomos, perdemos propositalmente o fio e não reconhecemos ali o que havia de nós...
Seguir adiante é uma meta, um chamado para que não nos percamos novamente... Porém, de nada adianta o prosseguir se mantivermos as feridas incuráveis. De nada adianta a busca pela cura se não enxergarmos em nós a capacidade do fortalecimento!
Tenho comigo que somos nossos maiores sabotadores... Somos nós que impedimos a passagem da luz, somos nós que bloqueamos nossos sentidos para o sentir...
Viver não se resume no respirar. Viver exige de nós o exercício de todos os órgãos, de todos os sentidos, de todos os sentimentos... Seja de amor ou de ódio, de alegria ou tristeza; viver é uma celebração constante, onde somos anfitriões e convidados ilustres.
Enquanto a festa da vida toca em alto e bom som todas as suas músicas e mostra todas as suas cores, precisamos abandonar nossos trajes de luto e vestir nossas melhores vestes...
O banquete está servido e nos convida a saboreá-lo! A festa é nossa! Para nós!
Viva a vida!
Jackie Freitas
“A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.”
*Imagens retiradas do Google Imagens

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