sábado, 14 de janeiro de 2012

Rezar, Agradecer e Amar-se

Quando eu era pequena, minha mãe me ensinou a rezar... Nunca se esqueça, dizia ela, de agradecer a Deus por tudo o que Ele te dá! Durante boa parte da minha infância acreditei que, independente do que acontecesse, errando ou acertando, sendo boa ou má, obediente ou não, tudo o que eu precisaria fazer era rezar, agradecer e dormir para que, no dia seguinte, pudesse recomeçar sem pesos ou culpas...
Aprendi o “Pai Nosso”, a “Ave Maria” e algumas outras orações (as quais já nem lembro mais) que, mesmo sem entender o significado de suas palavras, eram proferidas por mim através de um piloto-automático acionado para que elas me conduzissem à salvação dos meus atos e até mesmo dos meus pensamentos. Por muito tempo e por várias vezes deixei de agradecer e passei a lamentar e fazer pedidos! Lamentava pelas coisas que não haviam dado certo, pelas palavras ásperas e duras que escutava dos outros, pela

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Com Licença, Posso Ser Feliz?

Quantas vezes você já teve vontade de fazer esta pergunta?
É tão comum ouvirmos as pessoas reclamando da vida, chorando suas dores e lamentando os seus sofrimentos que, em certos momentos, não nos parece justo manifestar nossas alegrias e realizações. É como se tivéssemos que pedir autorização até mesmo para esboçar um sorriso!
Vemos tanto caos e desgraças ao nosso redor que acabamos nos recolhendo e escondendo o nosso bem estar para que o mesmo não represente um desrespeito aos outros, às suas dores, tristezas, frustrações, irrealizações...
Será mesmo que é preciso ter o aval dos outros para poder desfrutar da felicidade?

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Começar de Novo…

Um novo ano começou...
Para mim, a sensação só reafirma uma certeza: hoje é apenas um dia posterior a outro! Claro que não vou tirar a poesia e o romantismo do clima que nos envolve, ainda embriagados pelas promessas e esperanças de que tudo pode e irá mudar... Entretanto continuo firme em meu pensamento de que o calendário não promoverá mudanças que não nasçam interiormente e não representem a nossa verdadeira vontade.
É evidente que será sempre uma motivação ou um ponto de partida termos esse marco para começarmos tais mudanças, mas não podemos nos esquecer de que há um longo caminho a ser trilhado nos próximos 364 dias, que exigirá força e determinação contínuas para que as promessas sejam cumpridas.
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