segunda-feira, 25 de abril de 2016

O Conflito do Despertar

Existem coisas tangíveis e imaginárias. Existem os sonhos, ideais, as metas e as promessas... Todas fazem parte de nós! Vivemos um pouco de tudo isso todos os dias, imaginando, sonhando, desejando, querendo que elas se viabilizem de alguma forma. Para algumas delas nos empenhamos arduamente e para outras sentamos e esperamos que aconteçam num passe de mágica...
Uma coisa que aprendi e venho aprendendo é que os sonhos moram num lugar distante e nem sempre se viabilizam. Estão protegidos secretamente em nossos pensamentos e parece que só existem dentro dos nossos olhos, fechados. Só os enxergamos quando dormimos, porque mesmo que queiramos o contrário eles não acontecem enquanto estamos acordados...

terça-feira, 19 de abril de 2016

Faxina Emocional

Qual é o dia que acordamos e não pensamos em algum tipo de mudança? Quando estamos satisfeitos com as coisas que nos acontecem?
Se por um lado pensamos que muito daquilo que vivemos é apenas consequência do que criamos, por outro, tudo chega num limite que nos exige alguma providência para mudarmos...
Mudar o rumo, a direção, a forma de pensar e agir, de conceber, enfim, mudar a vida em algum detalhe que nos permita sentir benefícios imediatos. Porque às vezes, são os detalhes que fazem diferença no contexto geral da vida.

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Reconstruir-se

O processo de reconstrução não é fácil. Primeiro, porque admitir a necessidade de se reconstruir é ter que aceitar a derrota e o fracasso de projetos mal sucedidos, de sonhos perdidos ou do confronto com uma verdade que não queríamos enxergar. É chegar num beco sem saída e ter que repensar num modo menos doloroso e traumático de retornar e recomeçar, mesmo que essa ideia nos cause desconforto e medo de passarmos novamente por tudo o que nos machucou. É como se já não acreditássemos mais em nós mesmos e nem na capacidade de superar os traumas passados.
Contudo, recomeços (e eu coloco no plural porque são muitas as vezes que precisamos recomeçar), apesar de não serem fáceis, são novas oportunidades que nos damos para fazer tudo diferente! Explorar novos caminhos, ousar, inventar ou apenas reinventar-se. É entrar numa loja e comprar aquela roupa que não tínhamos coragem de usar por achar que ela não cairia tão bem e que nos faria parecer gordos demais ou ridículos! O processo de reconstrução nos obriga a testar possibilidades inimagináveis como recurso incondicional de mudança. Quem se importa em parecer ridículo quando tudo o que se viveu, até então, te fez sentir-se assim?

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Novo Fenix

Olá!

Quando passamos por um processo de renovação é natural que busquemos mudanças que nos motivem e que, ao mesmo tempo, nos permita novas experiências. Mudamos nosso comportamento, visual, rotina, etc. Encontramos motivações em atividades que nos façam sentir mais produtivos. Alguns partem para as academias e vão trabalhar o corpo, outros iniciam estudos para trabalharem a mente, ou apenas passam a fazer coisas que antes não faziam, explorando as variadas possibilidades da vida. Eu, apesar de tentada a fazer tudo isso, retomei a escrita, pois essa é a minha verdadeira forma de produção e motivação.
Para acompanhar esse processo de renovação pelo qual estou passando, resolvi dar uma cara nova, também, ao meu blog, que agora se transformou em site e está em novo endereço: www.fenix-vidas.com.br. Continuaremos falando sobre os mesmos temas, preservando o conteúdo do blog. Apenas a estética e layout mudaram!
Então, queridos amigos e leitores, benvindos ao novo Fenix - Vidas que Renascem! Estamos trabalhando ainda em alguns detalhes e ajustes para que possamos proporcionar-lhes um agradável momento de parada e boas leituras.
Muitas novidades virão, mas não resisti e quis antecipar essas!
Espero que gostem!
Um carinhoso abraço.

Jackie Freitas


*Imagens retiradas do Google Imagens

sexta-feira, 1 de abril de 2016

O Retorno


Não sei por quanto tempo estive fora... Deixei de contar os minutos e de me preocupar com a velocidade que andava. Mas voltei! Talvez tenha sido necessária essa ausência para reconhecer o quanto somos capazes de nos perder e nos reencontrarmos novamente. E esse é um benefício que o próprio tempo permite, sendo ele bem utilizado ou não!
Vamos pensar que neste período de ausência estive em busca de novas experiências e sensações, usando a mim e essas descobertas como um laboratório para enriquecer as minhas ideias e fortalecer a visão que tenho da vida. 

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