domingo, 8 de agosto de 2010

Arrumando a Casa – Por Marcos Airosa


Marcos Airosa é o que podemos chamar de anjo. Quando penso nos anjos, sempre me vem à cabeça lindas crianças, com cabelos encaracolados, carregando pequenas harpas e nos passando uma grande paz. Bem, para mim, o meu amigo Marcos não difere muito disso. Poeta, filósofo, escritor, homem maduro e honesto com seus sentimentos, mas com o frescor de uma criança; escreve poemas que me arrancam verdadeiros suspiros. E ele não fala apenas de amor, não! Ele fala da vida com a maturidade que só uma mente evoluída possui. E é através dessas mensagens que ele chega a mim como um verdadeiro anjo, soprando-me melodias que me encantam e me trazem muita paz. Em seu blog Vida, o meu amigo escritor nos mostra o que ele mais aprecia: Amor, paz e muita Vida!! Espero que todos possam visitá-lo e, como eu, encontrarem nesse amigo querido, o mesmo anjo que tanto bem me faz. Aqui, um pouco sobre a Vida personificada por Marcos, anjo, Airosa.

Arrumando a Casa


“Tudo bem amigos, fui convidado a participar da Semana dos Escritores da minha amiga Jackie, embora não me ache à altura do título, mas não há nada que possa negar a este anjo, então aceitei agradecendo pela consideração e carinho. Não sei se irão gostar, mas mando uma mensagem como sempre faço de estímulo, de força e coragem para enfrentar nosso dia-a-dia que é sempre complicado pelos altos e baixos, pelas alegrias, pelas tristezas, pelas ingratidões, pelos elogios, etc. Obrigado a todos.”

Antigamente, o rio da vida fluía pelo seu ser, às vezes em torrentes, às vezes devagar, fazendo-o sentir-se repleto de paz por estar à vontade consigo e ligado a vida.
Quando você era bem jovem, a casa de seu ser era um lugar extraordinário de ser explorado. Não havia parte da casa que não fosse boa. Vivia dentro de seu corpo e por estar em contato com sua natureza (quando você dizia “Eu Sou”) era o bastante.
Quando a vida o ameaçava, confundia ou desapontava, você fechava partes de si mesmo e começava a viver
do “eu não sou; eu deveria ser”, que existia dentro de sua cabeça.
Quanto mais você vive dentro da mente, em vez de no coração, mais acredita que, para se sentir seguro, tem de estar no controle, escondendo profundamente dentro de si a criatividade espontânea e a pura alegria de estar vivo.
A profunda paz da satisfação com o que se é, só virá quando você retornar ao próprio corpo e ocupar todos os cômodos da casa de seu ser. Para fazê-lo, terá de se encontrar com os sentimentos que estão atrás da porta do porão de sua mente.
Reencontrar seus sentimentos não significa abandonar-se a eles. Significa conceder-lhes atenção exclusiva, para que eles possam fazer parte da energia vital.
É possível acordar de manhã com um amor-próprio permanente, um apreço profundo pelo dom da vida e uma curiosidade incrível pelos rumos que sua existência vai tomar. Não apenas isso é possível como é seu direito.
Você não precisa se preocupar em ter nenhum dom especial, nem com o que fazer com ele. Tudo o que precisa é beber da fonte da sabedoria e apoio que existe no âmago de seu ser. A razão de sua própria existência aparecerá a seu tempo e a seu modo.
Marcos Airosa - Vida

*Imagens retiradas do Google Imagens

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