quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Ladies and Gentlemen

Quem tolera um desaforo? Já dizem que “quem fala o que quer, ouve o que não quer”.
Calar-se diante de ofensas, principalmente quando elas partem para o campo pessoal, nem sempre está sob o nosso controle. Confesso que eu mesma, dificilmente, consigo me manter calada.
Há duas formas de se partir para a ignorância: uma é literalmente ignorando, sem dar “IBOPE” ao veneno destilado por quem quer que seja; e a outra é agindo com ignorância máxima e partindo para a batalha verbal. Saber qual das duas condutas deve ser tomada, está ligada à personalidade de cada um. Examine a sua consciência se precisa dessa resposta.
Independente da classe social, educação e elegância são preocupações que todos querem manter e elas nem sempre estão intimamente ligadas. Conheço muitas pessoas de origem simples que são mais “finas” do que algumas nascidas em “berço de ouro”.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Em Nome de Quê? De Quem?

Você se arriscaria a falar em nome de Deus?
Em nome do Pai, Filho e Espírito Santo... Santíssima Trindade...
Livrai-nos do mal... Quem nos livra dele?
Cada vez mais vozes engrossam o coro e falam em nome de algo ou alguém.
Em nome da fé, em nome do amor, em nome da amizade, em nome da paz, em nome da democracia, em nome dos bons costumes, em nome da justiça...
Para todos os atos há um interesse escondido ou uma intenção velada. Declarados, mas protegidos sob o manto de alguma crença ou ideologia que se confundem com fanatismo e, às vezes, com sonhos.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Um Novo Dia, Uma Nova Pessoa

Hoje é um dia como outro qualquer. Nem mais bonito, nem menos feio... Apenas mais um dia... como outro qualquer.
Hoje eu não sou uma pessoa qualquer! Nem menos bela, nem mais feia... Apenas uma pessoa... não como outra qualquer.
Os dias são todos iguais, diferentes somos nós! Somos nós que damos cor e vida aos dias, que percorremos as suas horas e desenhamos histórias. Quando nos colocamos entre a multidão, notamos nossas semelhanças, mas sabemos exatamente o que nos difere. E quando isso acontece, temos o poder de fazer acontecer, de provocar mudanças e fazer tudo diferente.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Não Seja Vítima de Si Mesmo

Não foi Deus que se calou diante dos seus apelos! Nem a multidão que lhe virou as costas quando você achou que mais precisava de mãos para socorrê-lo. Não foi a condição social que te privou de oportunidades e nem o destino que não te colocou no caminho certo, na hora certa. É sempre muito fácil encontrar culpados quando se precisa da tranqüilidade e conforto para se fazer de vítima!
Tenho certeza que nessa visão, encontraremos mais de um motivo para despertarmos a compaixão. E quando não há mais como culpar aos outros e a realidade prevalece? Você fica satisfeito com o que enxerga? Quando o papel de vítima deixa de ser “tocante” e passa a ser entediante? Já parou para pensar nisso?
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